A PRAIA
Em casa à deriva…
Sem planos, sem ideias…
Sem nada em mente, mas subitamente
Procuro um porquê e…
Porque não a Praia?
Esta que tantas vezes me acolheu e protegeu.
Agora …deitado na areia,
fina que me cobre, os dedos dos cansados pés
que até aqui caminharam.
Sinto tristeza! Um verdadeiro vazio que me percorre
E preenche, com o qual luto com alguma destreza
…Quem sou?
…Quem quero ser?
…Para onde vou?
Tantas perguntas, tão poucas respostas!!!
Este silêncio, que esconde um grito CONTIDO,
Que não será ouvido… por ninguém.
Fecho os olhos e recordo sonhos…
Apareço onde tu ESTÁS e...
sem saber porquê, SORRIO.
A. Magalhães
Em casa à deriva…
Sem planos, sem ideias…
Sem nada em mente, mas subitamente
Procuro um porquê e…
Porque não a Praia?
Esta que tantas vezes me acolheu e protegeu.
Agora …deitado na areia,
fina que me cobre, os dedos dos cansados pés
que até aqui caminharam.
Sinto tristeza! Um verdadeiro vazio que me percorre
E preenche, com o qual luto com alguma destreza
…Quem sou?
…Quem quero ser?
…Para onde vou?
Tantas perguntas, tão poucas respostas!!!
Este silêncio, que esconde um grito CONTIDO,
Que não será ouvido… por ninguém.
Fecho os olhos e recordo sonhos…
Apareço onde tu ESTÁS e...
sem saber porquê, SORRIO.
A. Magalhães

1 comentário:
nao conhecia essa tua faceta!;)
Independentemente do teu rumo vais sempre ter amigos que sentem mto a tua falta!
Beijinho grande desta tua sempre amigalhaça! Maria jose;)
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