domingo, 25 de maio de 2008

SEI que me irei cruzar de novo CONTIGO

Só espero estar melhor PREPARADO.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Punta del Teno
Não me deixes Voltar...

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Por caminhos tortuosos desvanece a loucura de um dia acordar e ser livre (Outra Vez)
vontade rebelde...orgulho que cega a visao do homem que cansado persegue o Sorriso.
Farol que te guia de encontro com a vida, agora vazia...
Olha com os ouvidos encontra em ti, a seiva da Vida.
Meltingnet Click em Buenavista-Tenerife

sexta-feira, 7 de março de 2008












Serei eu capaz de carregar o "peso" de uma vida de Luta!

quinta-feira, 6 de março de 2008















Aeroporto...
Desperto cansado na cidade madrilenha
rodeado de azafama e luz que me ajuda,
a perceber a necessidade voraz de um lar
Cafeína e Glicose, mistura eleita
dos que olham mas não querem, sentir,
de novo... aquela que será, amargura do ADEUS.
Saudade? Haverá palavra mais portuguesa?
somos povo que sente e sofre, o fado de cada dia.
Abandono de um lar em busca de quê? para quê?
Perda de identidade que esmorece
a vontade, será isto liberdade...!
Agora mais perto, algo forte me envolve
Razão de te ter, Família (de) Pobre!
Não será a vida um regresso a casa?
A. Magalhães

quarta-feira, 5 de março de 2008

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

A praia

A PRAIA



Em casa à deriva…
Sem planos, sem ideias…
Sem nada em mente, mas subitamente
Procuro um porquê e…
Porque não a Praia?

Esta que tantas vezes me acolheu e protegeu.
Agora …deitado na areia,
fina que me cobre, os dedos dos cansados pés
que até aqui caminharam.
Sinto tristeza! Um verdadeiro vazio que me percorre
E preenche, com o qual luto com alguma destreza

…Quem sou?
…Quem quero ser?
…Para onde vou?

Tantas perguntas, tão poucas respostas!!!
Este silêncio, que esconde um grito CONTIDO,
Que não será ouvido… por ninguém.
Fecho os olhos e recordo sonhos…
Apareço onde tu ESTÁS e...
sem saber porquê, SORRIO.







A. Magalhães

domingo, 17 de fevereiro de 2008

O Paradigma...





O Paradigma



Escondido onde ninguém te poderá encontrar…
quente e acolhedora cama que te faz mergulhar,
surge então o momento em que sozinho
com o teu próprio EU… “Id” com alma e vontade próprias.

Num ápice te reconheces mas, “FORA” de ti,
observas teu corpo deambular…
estranha forma de SER, de PENSAR!

Metamorfose que te liberta do estranho que há em TI.
Ignorar? Impossível…
Compreender?!... Jamais,
Para sempre um Segredo.





A. Magalhães